Diretórios no Firefox

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Dica/Firula rápida.

Se quiser listar diretório e afins no Firefox (pode ser útil em alguns casos), basta na barra de endereços do mesmo, digitar o caminho para o tal diretório.
Exemplo:

/home/seu_usuário + (ENTER)

Simples assim.

[]s

PS: Funciona também no Janelas.
PS²: Esse recurso funcionava no IE6 e 7, mas tentei no 8 e não funcionou. =/

Networking

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Networking: Construir uma boa rede de relacionamentos, geralmente em sua área de atuação.

É isso que qualquer dicionário ou tradutor, diria. Bom, pode-se dizer que fazemos networking a todo momento. Mesmo num aperto de mão ou uma troca de informação aqui ou alí. É claro que o foco, diriam alguns, é o uso da palavra no âmbito de TI. E nesse estreito (porém, infinito) ramo, networking é todo e qualquer dado trafegado entre partes distintas.

Sabemos que é um assunto extremamente intrincado e cheio de amarras (literalmente falando) e é por isso mesmo, que convido todos a participarem dos eventos e palestras de Segurança de Redes da Campus Party Brasil 2010. Com foco em segurança (algo bastante requisitado nos dias atuais) e também em puramente networking. Que voltando ao ínicio do post, poderíamos resumir como simplesmente: um bom bate-papo.

Nos vemos lá... ;-)

Mais informações sobre a CP 2010: http://www.campus-party.com.br

Google Chromium

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Olá.
Recentemente (pra visualizar o novo Orkut), precisei instalar o Chromium (versão open source do Chrome) e o Thiago (@webhead17 no Twitter), me perguntou como. Para proliferar, eis a receita de bolo:

Abra o source.list, com seu editor de preferência (gedit, por exemplo):


nano gedit /etc/apt/sources.list

Adicione ao final do arquivo:


#Google Chromium
deb http://ppa.launchpad.net/chromium-daily/ppa/ubuntu jaunty main
deb-src http://ppa.launchpad.net/chromium-daily/ppa/ubuntu jaunty main

Salve e feche o editor.
Solicite a chave com:

sudo apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com 0xfbef0d696de1c72ba5a835fe5a9bf3bb4e5e17b5

Agora, atualize com:

sudo aptitude update

E agora, instale com:

sudo aptitude install chromium-browser

Depois, basta executá-lo via: Applicattions, Internet, Chromium Web Browser

Referência: shivaranjan

Cowsay + fortunes

domingo, 8 de novembro de 2009


Opa.
Conhece o fortune né? Já falamos sobre ele aqui.
Dá pra incrementar ele com o cowsay. Primeiro, vamos instalá-lo:

sudo aptitude install cowsay

Se quiser testar, execute:

cowsay teste

A famosa vaquinha vai falar o que você passar como 'string' no comando. Pra ela falar a 'frase do dia' (fortune), teremos que passar uma variável no comando. Seria assim:

cowsay $FORTUNE`/usr/games/fortune`

Mas tem gente que não gosta da vaquinha! Que maldade! Mas sem problema, opção é a palavra de ordem no mundo GNU. Veja a listagem de 'seres' falantes com:

cowsay -l

Pra chamar qualquer um deles, basta um '-f ser falante'. Exemplo:

cowsay -f dragon teste

Ou, parar chamar com o fortune, você já sabe:

cowsay -f dragon $FORTUNE`/usr/games/fortune`

Legal não? Agora vamos automatizar tudo e fazer com que apareça no terminal, toda vez que abrirmos ele. 

gedit .bashrc

Cole ao final do arquivo:

# Frase do dia
cowsay -f tux $FORTUNE`/usr/games/fortune`


Salve o arquivo e faça o teste. Abra um novo terminal e veja o resultado:

_______________________________________
/ Por que lojas "abertas 24 horas" têm \
\ trincos nas portas?                   /
 ---------------------------------------
   \
    \
        .--.
       |o_o |
       |:_/ |
      //   \ \
     (|     | )
    /'\_   _/`\
    \___)=(___/

=)

Music Tracker

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Dica/firula rápida:


Quer exibir no Pidgin a música que você está ouvindo?


sudo aptitude install pidgin-musictracker


Só isso.
Se quiser editar a exibição, acesse no Pidgin:


Tools ; Plugins ; MusicTracker


Mais informações sobre o plugin (players que ele suporta, etc), execute no terminal:


aptitude show pidgin-musictracker


[]s

GPG error

domingo, 1 de novembro de 2009

Olá.

Dica rápida; se após um aptitude update, se deparar com esse 'erro', basta atualizar a chave do repositório em questão.

Exemplo:

aptitude update

...
W: GPG error: http://ppa.launchpad.net jaunty Release: The following signatures couldn't be verified because the public key is not available: NO_PUBKEY 6E871C4A881574DE
W: You may want to run apt-get update to correct these problems


Solução:

Execute o comando, usando a chave com 'erro':

gpg --keyserver pgpkeys.mit.edu --recv-key 6E871C4A881574DE

Execute o comando, usando a chave com 'erro':

gpg -a --export 6E871C4A881574DE | sudo apt-key add -

Após, basta atualizar novamente:

aptitude update

E não haverá mais o pseudo-erro.

...
Fetched 308B in 11s (26B/s)                                                                                                                                                                                   Reading package lists... Done


Lembrando que é preciso substituir as chaves, por aquele corresponde ao repositório (grifado em vermelho).

Referência: en.kioskea.net

Ubuntu 9.10, Karmic Koala (impressões)

quinta-feira, 29 de outubro de 2009


Olá.


Todo mundo já deve saber, mas só pra deixar registrado, hoje é o lançamento da 2ª versão do ano, do Ubuntu. Dessa vez, com o codinome, Karmic Koala.


Preferêncialmente, façam seus downloads via .torrent. As versões estão aqui:




Bom, é isso... esse sim, é o lançamento de um OS de respeito. =)


[]s

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Primeiras impressões;


Não gostei daquele logo no boot. Parece um tanto perdido.
Não gostei tanto do tema do GDM e menos ainda de não poder trocá-lo. Muito menos ainda, por exibir os nomes dos usuários.
O VMWare 2.0 parou de funcionar (pela pesquisa rápida que fiz, ainda não tem suporte).
O Cairo-dock não funcionou também (algum lance com OpenGL).
Um Screenlet não quis abrir (nowplaying).
Gostei do VLC que voltou a ser como antes (uma única janela).



Não existem grandes novidades que façam valer o upgrade. Pelo menos, não vi até agora.

Mas no mais, tranquilo. A mesma estabilidade e velocidade de sempre.



Apenas repito: não vejo mais necessidade de 2 versões por ano do Ubuntu. 1, seria mais que suficiente.

Limite de memória

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Olá.

Desculpe o aparente sumiço. Muita correria.
Mas logo daremos sequência no Proxy e em outros projetos.

Por ora, quero postar uma dica pra quem tem ou terá mais de 4gb. de memória com Ubuntu (ou similares) versão 32bits.

Recentemente instalei 8gb. num Server com Ubuntu e ele reconheceu apenas 4gb. Para driblar o 'problema', basta:


sudo apt-get update

sudo apt-get install linux-headers-server linux-image-server linux-server

sudo reboot

Após o restart, verifique que o total de memória instalado, está sendo reconhecido corretamente. =)

Encontrei essa dica num Blog lá de fora, mas como não lembro o nome, darei os créditos pro ubuntuforum-br.org (que também tem as explicações).



[]s

Proxy [parte 4]

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Seguindo...

Ajustes finos:

Nesse passo, iremos otimizar a forma como o squid trata o cache, espaço, reload, etc. Abra o squid.conf:

sudo nano /etc/squid/squid.conf

Adicione ao final do arquivo:

cache_dir ufs /var/spool/squid 2048 128 256

Isso fará com que o tamanho total do cache, seja de 2gb (2048), com 128 diretório e 256 subdiretórios.
Essa configuração pode ser alterada conforme suas necessidades e disponibilidades. Existem recomendações, para que seja usado um repositório a parte (um disco externo, por exemplo), dedicado ao cache (com o tamanho que quiser). O que pode implicar num tamanho exagerado e consequentemente, lentidão, é o tempo de acesso a esse cache. O mesmo é aplicado aos diretórios e subdiretórios. A boa prática é não exagerar, tendo em vista, que o squid irá buscar informações neles, antes de partir pra web. Uma empolgação a mais, poderá custar mais tempo nessa busca, do que seria indo ao servidor web.

cache_mem 128 MB

Aqui, definimos que serão destinados 128mb da memória física para armazenamento de um cache 'temporário'. Esse cache é mais rápido que o de disco, mas depende exclusivamente de quanto há de memória disponível no servidor proxy.

maximum_object_size_in_memory 1024 KB

Esse ajuste trabalha parelho com o anterior. Nele, será especificado, o tamanho máximo de um objeto no cache em memória. No caso, definimos que será de 1mb (1024). Lembrando que limitamos o tamanho máximo desse cache, em 128mb.
Outra coisa importante dessa cláusula, é que qualquer objeto maior que 1mb, será ignorado da memória e irá para o cache em disco (que especificamos no primeiro ajuste em 2gb.)

maximum_object_size 512 MB

Aqui, definimos o tamanho máximo de um objeto em disco (no caso, 512mb).

minimum_object_size 0 KB

Ao contrário, aqui, setamos o tamanho mínimo. Com 0kb, estamos falando que tudo irá pra cache (respeitando os limites acima, claro).

cache_swap_low 80

Esse valor, irá definir que se o limite do cache for utilizado, arquivos antigos, começam a ser descartados (em porcentagem).

Arquivos refresh

As configurações de refresh determinam o tempo de vida dos objetos. Após o prazo expirar, o Squid irá enviar uma solicitação para o servidor daquele objeto. Se ele foi modificado haverá uma atualização.

Exemplo:
Você acessa um site; o squid armazena informações (objetos) a respeito; após o período de vida, o squid vai até o site e verifica se houve alguma atualização daquele objeto. Havendo, ele simplesmente atualiza o esta no seu cache. Isso é bastante útil principalmente, para 'esqueletos' de página. Informações dinâmicas são atualizadas a cada visita, na maioria das vezes.

O padrão é:

refresh_pattern . 0 20% 4320

O primeiro valor é o tempo mínimo (zero); 20% é o valor padrão para contagem de tempo do refresh e inicio das verificações; 4320 é o tempo máximo do objeto (até ser atualizado novamente).

Não é demais lembrar, que não há uma única configuração padrão ou ideal. A ideal, é aquela que irá se adaptar ao seu cenário. Cabe ao administrador, avaliar a melhor solução e ir adaptando e ajustando as configurações do squid (que é extremamente maleável). Existem 'n' leituras internet afora e todas são recomandadas, a fim de aprender novas técnicas e melhorias. Basicamente, trabalho com o cenário acima, apenas alterando aqui ou alí, de acordo com o Servidor disponível e a demanda do parque. Em casa, utilizo de forma a acelerar e minimizar requisições de acesso, no trabalho, além disso, uso de forma autenticada, com controle e auditoria (que irei abordar nos próximos posts).

Bem, é isso... no squid mesmo, talvez não iremos mais mudar nada (mas fiquem a vontade pra testar e encontrar novas e melhores configurações, dessa excelente ferramenta). E não deixem de compartilhá-las com a gente. ;)

Como disse, nos próximos encontros, iremos abordar a parte de gerenciamento avançado de proxy.
Até lá...

[]s

Nova interface do Ubuntu Netbook Remix

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Enviado por Tércio Martins (tercioΘpop·com·br):

“Andrew Lawrence, no seu blog, relata que disponibilizaram hoje, na versão Alpha 3 do Ubuntu 9.10, uma nova versão do UNR Launcher, a interface do Ubuntu para netbooks. Segundo ele, está instável, mas representa uma evolução em relação à versão atual.

Veja no link a seguir a nova interface em comparação a uma imagem da versão atual.” [referência: andrewmlawrence.com]


Eu instalei o UNR no meu netbook e a interface padrão, é bem amigável. Tem tudo à mão e utiliza muito bem o espaço disponível.

Não utilizo no dia-a-dia (voltei pro default desktop), apenas por preferência pessoal. =)

Referência: BrLinux

Proxy [parte 3]

domingo, 9 de agosto de 2009

Olá.
Continuando nosso bate-papo a respeito do proxy.

Apenas um parêntese; muita gente acha que proxy é sinônimo de controle. Mas ele é muito mais que isso. Um serviço de proxy, além de poder controlar seus recursos de internet, serve para administrar, gerir, contingenciar, fornecer informações (relatórios), estabelecer autenticação ou simplesmente, ser um repositório/cache da sua rede. Uma vez utilizado, dificilmente se quer voltar atrás. Após um fino ajuste, a velocidade da sua navegação se torna extremamente mais rápida. Enfim... livrar-se do esteriótipo de controle, já um grande passo pra entender as características de um proxy-server.

Seguindo com a instalação;

A essa altura, já temos nossa máquina virtual devidamente atualizada, com o vmtools instalado e pronta pra iniciar o processo de instalação do squid (que é quem irá gerir nosso serviço). Para tanto, como root, basta digitar:


aptitude install squid

O squid será instalado e estará pronto pra uso. Simples assim.

A princípio, não é possível usar o proxy na rede, porque o squid vem teoricamente, com tudo bloqueado. Vamos iniciar as configurações indo ao seu diretório:

cd /etc/squid

No diretório, como root, faça uma cópia de segurança do arquivo original:


cp squid.conf squid.conf.original

Agora, iremos editar o arquivo de configuração:


nano (ou seu editor de preferência) squid.conf

Perceba que o arquivo vem com diversos comentários, o que dificulta a visualização dos parâmetros (mas ao mesmo tempo, explica praticamente tudo). Eu tenho o costume de remover os comentários e se precisar ler alguma coisa, abro o arquivo original. Se quiserem remover, façam o seguinte:


egrep -v "^#|^$" squid.conf > squid.conf.semcomentarios

Será gerado um novo arquivo, sem os comentários. Agora, renomeie-o para squid.conf:


mv squid.conf.semcomentarios squid.conf

Enfim, abra o squid.conf:


nano squid.conf

Agora será possível ver somente os parâmetros de configuração.

A princípio, podemos criar uma nova acl (regra) pra liberar a rede ou editar a que vem por padrão (all). De forma simplória, as acl's funcionam assim:

Exemplo de acl:

acl all src 0.0.0.0/0.0.0.0

acl > declaração

all > nome da acl
src > parâmetro
0.0.0.0/0.0.0.0 > nesse caso, é o range do parâmetro 'src', ou seja, a rede toda

Mais abaixo, pode-se notar, que existe a declaração:

http_access deny all

http_access > acesso http, óbvio

deny > negando, bloqueando
all > nome da acl acima

Ou seja, a regra existe, mas está sendo bloqueada. Para liberar, basta trocar o 'deny' por 'allow'. Ficando assim:

http_access allow all

Lembrando que você estará liberando pra rede toda (devido ao ip). Edite, conforme sua necessidade.

Feito isso, para testar, salve o arquivo, recarregue as configurações e aproveite pra criar/atualizar o cache:

squid -k reconfigure
squid -z

A essa altura, já temos o proxy ativado. Para testar, abra seu navegador, e edite as configurações de proxy (indicando o ip do servidor e a porta 3128, que está setada lá no squid.conf).

Você deverá navegar sem nenhum problema.

A princípio é isso. Vão testando por enquanto dessa forma. No próximo passo, iremos iniciar os ajustes finos de cache e análises de relatórios.

[]s e até a próxima.

scp com espaços no nome

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Olá.
Dica rápida pra quem usa scp.
Caso o diretório ou arquivo a ser copiado, tenha espaços no nome, basta usar aspas duplas (") e simples ('), ao mesmo tempo. Exemplo:

scp user@192.168.0.79:"'arquivo a ser copiado'"

Se for diretório, não esqueça do parâmetro:

scp -r user@192.168.0.79:"'diretório a ser copiado'"

Prático e rápido. =)

[]s

Referência: inerciasensorial

Reinstalando o grub

terça-feira, 28 de julho de 2009

Olá.

Recentemente, precisei remover um HD de uma estação. Porém nela, estava instalado o gerenciador de boot (grub). Consequentemente, o SO não subia.
Após revirar alguns sites e foruns, encontrei a solução.

1) Rode um live CD e deixe iniciar o sistema normalmente;
2) Abra um terminal e execute os comandos a seguir;
3) grub //para iniciar o aplicativo grub para configurar o gerenciador de boot
4) root (hd0,0) //indica que a imagem de boot está no hd 0 e na partição 0
5) setup (hd0) //instala o grub na mbr do hd 0
6) quit //sai do grub

Pronto, agora basta reiniciar o PC e o grub aparecerá na inicialização.


Funciounou perfeitamente!

[]s


Referência: manoelcampos.wordpress.com

Listar por tamanho

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Olá.

Dica rápida:
Caso precise listar algum diretório e filtrar a saída por tamanho, o parâmetro a se usar é o "S".
Exemplo:

ls -lhS

Parâmetros:
  • l - em forma de lista
  • h - leitura de forma "humana" (ele converte os valores)
  • S - organiza por tamanho
Se quiser ordenar por tamanho de forma invertida, use também o "r".
Exemplo:

ls -lhSr

É isso... ajuda bastante. =)
Mais informações a respeito, consulte o manual mais próximo com:

man ls

[]s

Teclado numérico

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Olá.

Fez/teve alguma atualização e seu teclado numérico simplesmente parou de responder? Pois aqui está a solução:

Sistema > Preferências > Teclado, acessar a aba Teclas do Mouse e desmarcar a opção “Permitir controlar o apontador usando o teclado“

Ou (em inglês):

System > Preferences > Keyboard > Mouse Keys > e desmarcar a opção "Pointer can be controlled using the keypad".

Por aqui, funcionou!

[]s

Referência: andrenoel

Gerenciador de download Tucan

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Muitos arquivos estão hospedados em provedores de serviço on-line da internet, os chamados gerenciadores de download como: Megaupload Rapdshare Badongo 4shared Easy-share e outros, podem serem pagos ou gratuitos. Convenhamos, são chatos, cheios de propagandas e ainda tem que digitar alguns caracteres (captcha), e na opção download comum, não pago, a espera é de 45seg ou mais minutos e o arquivo é baixado um por vez, é um verdadeiro tormento.

Eu quis baixar um arquivo de 1.4GB divididos em 16 partes hospedados no Megaupload e fui procurar uma alternativa para baixa-los, encontrei, trata-se do “Tucan”, software já traduzido para o Português, ainda em fase alpha, com a promessa de novas funcionalidades, mas que já mostra seu potencial, suporta download com conta premium como grátis. É bem funcional e de fácil instalação, disponibilizado no sitio Getdeb em: http://www.getdeb.net/release/4587

Ao inicia-lo, pela primeira vez, abrirá a janela de configuração e quais serviços serão usados, por enquanto e nos meus testes, só estão disponível os arquivos do Megaupload.com e do Gigasize.com. Para iniciar o download vá em algum sitio, encontre o arquivo desejado, clique com botão direito do mouse no nome do servidor e selecione copiar link e cole na janela do download, botão: iniciar download pressione o botão: verificar links e o botão: adicione, pronto, acompanhe pela janela principal todos os arquivos adicionados. Na janela adicionar link, os ícones de um triângulo amarelo significa que o arquivo não está mais disponível e de um simbolo de marcação verde significa disponível.

A velocidade é igual a do sitio onde o arquivo está, ele não acelera o download, tudo dependerá se for pago ou gratuito, conforme regras dos provedores, pago: baixa todos de uma única vez em alta velocidade, grátis: um por vez e baixa velocidade. Sua grande vantagem é não ter que ficar abrindo paginas e ter outras se abrindo com um monte de propaganda os famosos adwares e aqueles procedimentos iniciais a cada download, sem contar com aquela mensagem “Seu limite já esgotou”.
Lembrando que estes provedores não permitem pausas, então não pause o download. Melhor horário para baixar arquivos após meia noite.
Boa diversão

Sitio oficial do Tucan
http://www.tucaneando.com


Matéria enviada pelo amigo Aloizio Zottarelli.

Proxy [parte 2]

sábado, 18 de julho de 2009

Olá. Continuando; mas antes, vou explicar a respeito do vmtools (porque recebi algumas perguntas a respeito). Bom, o vmtools é um 'pacote' de configurações, aplicações, etc, que fará com que sua máquina virtual, tenha um ganho de performance, além de habilitar uma ou outra função extra. É altamente recomendado, que após a instalação do SO, seja efetuada a instalação do vmtools. Em vm MS, não há segredo, pois ao solicitar ao VMWare server a instalação, o SO vai exibir a tela dos famosos 'next, next, next...' Pra gnu/linux (que é o caso do nosso proxy server) existem algumas dicas. Vou explicar, da forma que sempre faço; Após o start da vm com SO linux, peça ao VMWare server, a instalação do vmtools. Na vm, monte o cd com:

mount /dev/cdrom /media/cdrom

Copie o arquivo tar.gz do /media/cdrom para algum diretório (tmp, por exemplo).


cp /media/cdrom/*tar.gz /tmp

Dentro do /tmp, descompacte o arquivo:

tar -xvf *tar.gz

Acesse o diretório criado e execute o arquivo de instalação do vmtools com:


./vmware-install.pl

Siga as orientações (caso falte algum compilador, instale-o e volte a rodar o instalador do vmtools). No final, você verá que o vmtools está rodando, no painel do VMWare server.


Obs.: se estiver usando Ubuntu Server ou qualquer variante e, durante a instalação do vmtools, ocorrer o 'erro':

The path "/usr/src/linux/include" is not an existing directory.

A solução que encontrei foi:

- verifique a versão do kernel:

uname -r

- instale o headers (do seu kernel):

aptitude install linux-headers-(versão do kernel)

Após isso, execute o instalador do vmtools que não deverá ocorrer mais nenhum problema.

Bom, vmtools instalado, atualizem seu server com:

aptitude update && aptitude upgrade -y

Por enquanto, é isso... pra sequência, iremos enfim, iniciarmos os preparativos finais para o proxy.

[]s

Referência: katakan (linux-headers)

Proxy

sábado, 11 de julho de 2009

Olá.

Estarei iniciando um 'mini-curso' (entre aspas, porque não chega a tanto), de um sistema de proxy. Esse servidor pode (e deve) ser virtualizado. Terá (ou não) sistema de autenticação direta, além de uma completa e extremamente funcional, saída de relatórios.

Nesse primeiro bate-papo (acho melhor que chamar de aula), estarei instalando o server propriamente dito. Instalem o da sua preferência, mas por aqui, irei basear os passos num Ubuntu Server 8.04 (por ser a versão com suporte extendido, além de já utilizá-lo em produção), dentro do VMware Server 2 (dúvidas a respeito do VM, consultem seu buscador preferido ou MPL/VMWare).

De hardware teremos: 10gb de disco (sem utilização inicial total), 256mb de memória, quantidade de processador a vontade (aqui deixei com 2), rede brigde, cdrom e sem floppy.

A instalação segue o básico, sem novidade. Na hora de escolher recursos, não costumo habilitar nada (se precisar, instalo posteriormente).

Após a instalação e o reboot inicial, resolvam a pendência do vmtools, que é importante para um melhor desempenho, além das atualizações do próprio SO.

No próximo contato, iniciaremos os preparativos para o proxy.
[]s

ssh

Olá.

Se, ao tentar um acesso via ssh, se deparar com a mensagem:

Warning: Remote Host Identification Has Changed

É muito provável que houve alguma modificação nessa comunicação (seja pelo host, fqdn, ip, enfim...).
Existem algumas soluções. Eu uso:

ssh-keygen -R {IP}

Exemplo:

ssh-keygen -R 192.168.100.255

Isso dará um 'reset' e solicitará uma nova chave, para esse canal.
É uma situação comum, que se resolve de uma forma também comum.

Referência: cyberciti

Configurações (manuais) de rede

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Olá.
Pra quem (como eu) administra ou lida com configurações diretas via terminal, seja por ssh, seja num server sem front, enfim, ou mesmo quem goste da 'tela preta', seguem algumas dicas a respeito de redes:

Definir IP, máscara e gateway

O arquivo a ser editado é o:

/etc/network/interfaces

Exemplo:


iface eth0 inet static
address 192.168.255.1
netmask 255.255.0.0
gateway 192.168.1.255

Se for dhcp, basta:

iface eth0 inet dhcp

É possível usar uma configuração 'temporária':

ifconfig eth0 192.168.255.1 netmask 255.255.0.0 up
route add default gw 192.168.1.255

DNS
Edite o arquivo:

/etc/resolv.conf

Indique o(s) servidor(es):


nameserver 192.168.200.79
nameserver 192.168.200.80

Hosts:

O arquivo é:

/etc/hosts


Exemplo:

127.0.0.1 localhost
127.0.1.1 e007.dominio.intra


Restart dos serviços de rede:

/etc/init.d/networking restart

Para confirmar as configurações, basta usar o:


ifconfig -a

Basicamente, são configurações e comandos usados com frequência nesse tipo de administração. Para efeito de testes, recomendo um cenário virtual ou mesmo uma estação num laboratório de testes.

Referências: vivaolinux; pplware; cyberciti

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Edit:

Lembrando que os comando acima, referem-se a 'linha' Debian e seus variantes. ;)
Tks Infog.

Argument list too long

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Olá.

Caso, ao tentar remover inúmeros arquivos, se depare com o erro:

/bin/rm Argument list too long

Existe uma dica interessante que é:

for (variável) in (argumento); do rm $(variável); done

Exemplo 1:

Para apagar todos os arquivos que possuam a extensão .mail:

for A in *.mail; do rm $A; done

Exemplo 2:

Para apagar todos os arquivos que tenham 2009, no nome:

for B in *2009*; do rm $B; done

Incremente o rm com seus argumentos, visando facilitar ainda mais a operação.

Simples e bastante eficaz.

[]s

Referência: Viva o Linux

Abraço.

Firefox 3.5

domingo, 5 de julho de 2009

Olá.
Pelo visto a atualização padrão do Ub para o Firefox ainda não está disponível automaticamente. Pra quem quer usar a nova versão do FF, segue um breve procedimento:

Adicione ao seu sources.list:

deb http://ppa.launchpad.net/ubuntu-mozilla-daily/ppa/ubuntu jaunty main

Resolva a chave de identificação:


apt-key adv --keyserver keyserver.ubuntu.com --recv-keys 247510BE

Atualize o cache com:


apt-get update

Instale a Raposa de Fogo com:

apt-get install firefox-3.5 firefox-3.5-gnome-support latex-xft-fonts

Nesse momento, você deverá ter as duas versões instaladas (3.xx e 3.5). Para tornar o mais atual, padrão do SO, atualize o link:

cd /usr/bin
rm firefox
ln -s firefox-3.5 firefox

Por aqui, funcionou sem problemas.
Qualquer dúvida, comentem...
[]s

Referência: ubuntusolutions

alias (comando)

sábado, 27 de junho de 2009

O comando alias permite criar um atalho a um comando específico. É muito útil para automatizar funções ou recursos usados com frequência.

A síntaxe é:

alias (nome_atribuído)='comando'

Um exemplo prático:


alias listar_cd='ls -R1 /media/cdrom'

Dessa forma, quando eu chamar o comando 'listar_cd', será exibido o diretório cdrom em forma de lista simples (parâmetro '1') e com todos seus sub-diretórios (parâmetro -R).

Para automatizar uma tarefa mais complexa (usando múltiplas chamadas com o &&):

alias listar_cd='cd /media/cdrom && ls -R1 > /home/phoenix/mp3_tmp && cd && eject'

Isso fará com que quando eu chamar o comando 'listar_cd', aconteça:

- ir até o diretório /media/cdrom;
- listar o diretório em forma simples e com todos os sub-diretórios;
- enviar o resultado para um local e arquivo específico (no caso, /home/phoenix/mp3_tmp);
- sair do diretório /media/cdrom (para ejetar o cd);
- ejetar o cd.

Para visualizar todos os alias criados, para usar o comando alias sem parâmetros.
Para desativar um alias, use:

unalias
(nome_atribuído)

Usando o exemplo acima:

unalias listar_cd

Para desativar todos os alias:

unalias -a

É isso...
Simples e eficaz.
[]s

Remover comentários (#)

terça-feira, 23 de junho de 2009

Olá.
Pra quem lida com configurações do sistema ou mesmo pra quem quer simplesmente ler de forma mais amigável os parâmetros, existe uma forma de remover as linhas comentadas (#).

egrep -v "^#|^$" /arquivo_com_comentários > /novo_arquivo_sem_comentários

Simples assim.
Lembre-se de fazer uma cópia de segurança antes de qualquer alteração.

É uma grande ajuda para os sysadmins de plantão. :P


Referência: vivaolinux

Gnome format

domingo, 21 de junho de 2009

Segue mais uma dica enviada pelo amigo Aloizio Zottarelli.


Estava num Fórum pesquisando e me deparei com uma pessoa querendo uma solução para formatar seu Pen driver, a solução dada a ele por vários participantes foram soluções das mais conhecidas e variadas ou a instalação do já famoso GParted, com as instruções de que teria que ter cuidado para não formatar por engano o HD em uso.

No Ubuntu 9.04, em seu repositório, tem uma solução chamada “Gnome Format” a mesma usada em linha de comando mas que agora conta com uma interface gráfica simples e eficiente. Ele reconhece qualquer tipo de volume de armazenamento que esteja espetado numa porta USB.

Para instalar vá em Aplicativos > Adicionar/Remover e procurar por Gnome Format, estará instalado em Aplicativo > Sistema. Caso ele não apareça, vá em Editar Menu e marque este item.



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Gnome Catalog (catalogador)

domingo, 7 de junho de 2009

Olá.

Pra quem tem muitos CD's, DVD's, etc e gosta de manter uma organização através de catálogos, precisa dar uma olhada no Gnome Catalog.
É um software extremamente simples e objetivo. Ele segue a linha do Where is it (proprietário). É possível exportar como .csv, classificar, manter thumbs, etc.

Segue o link do site oficial (com screenshots e mais informações): http://www.gnomecatalog.org/

A instalação pode ser feita via Adicionar/Remover ou terminal.

Recomendo!

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Indicação de software (ripar DVD)

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Olá.
Segue um artigo/resumo muito bom a respeito do software HandBrake, que o Sr. Aloizio Zottarelli enviou pra gente:


Sr. Neves

Software indicado

Se você procura um Ripador de DVD com excelente qualidade e com facilidade de uso, este é um software indicado, HandBrake multiplataforma, aqui http://handbrake.fr/ , para o Linux tem um pacote .DEB (GTK GUI Ubuntu 8.10 x86 Binaries), possui grande documentação e está disponível em Inglês, mas, toda notificação que o software faz pode ser copiada e colada num tradutor de sua preferencia, já testei e o resultado na qualidade foi surpreendente.
Entenda que o tamanho final do filme e a velocidade de transcodificação irá depender de sua habilidade de escolha "qualidade x tamanho" do filme, (Mega Bits x Bitrate)
Este software dispõe de cálculos automáticos embutido, isso quer dizer que ele faz a melhor escolha por você, apenas escolhendo uma das 3 opções disponíveis, Converte também para arquivos de MP4 para telemóveis.
Obs: Você não tem como saber do tamanho do vídeo ripado antes do término da operação se escolher Bitrate de boa qualidade, para isso a melhor opção é pelo tamanho final desejado do filme,

por padrão ele já vem configurado em 700MB, o software escolherá o melhor valor do bitrate para o tamanho escolhido. Nos meus experimentos com um DVD de 7.7GB com a opção de bitrate de 1500kbps gerou um DVD de 1.7GB, portanto uma boa qualidade, no entanto um pouco grande para armazenar no PC e o mesmo DVD com escolha pelo tamanho de 700MB o bitrate caiu para 760kbps, portanto a qualidade também caiu, mas em compensação o DVD gerado ficou com 687.9MB. Pode-se escolher a opção pela barra deslizante de qualidade e o software irá automaticamente escolher o tamanho e o bitrate ideal para aquele valor de qualidade, mas em compensação você não saberá o tamanho final do DVD.

Resultado do teste de decodificação usando apenas a opção de qualidade pela barra deslizante, o tamanho final e o tempo (dependendo do PC) de codificação vai depender do tamanho do DVD original.

DVD: 7.7GB = O Jardineiro Fiel de Fernandes Meirelles
Contêiner: AVI
Vídeo codec: Mpeg4-Xvid
Áudio codec: AC-3

Framerate: 29.97 (NTSC Vídeo)
Qualidade = 80% codificou em 01:13hs. Resultado: 1.2 GB
Qualidade = 68% codificou em 01:06hs. Resultado: 892.4 MB

Qualidade = 64.7% codificou em 01:16hs. Resultado: 860.8 MB

Com isso dá para ter uma base para futuras ripagens. Os melhores valores estão entre 68% e 97%


É isso aí!
Obrigado ao Sr. Aloizio e a todos que escrevem pra gente com dicas, dúvidas, etc.
Um grande abraço.

Efeitos do Compiz/Fusion

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Olá.
Um artigo muito bacana que eu tinha guardado pra postar, é a respeito de alguns efeitos do Compiz.
Na verdade, os efeitos já estão lá. O artigo serve apenas de guia pra ativar e configurar de algumas formas. Cabe a cada um, decidir usar ou não e personalizar ao seu gosto.

A versão original, está aqui.

A versão traduzida (pelo Maudy), está aqui.

Tenho quase tudo ativado aqui. Deixei de forma a facilitar e proporcionar um visual ainda melhor.

Qualquer dúvida, escrevam...
[]s

Converter CUE/BIN pra ISO

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Olá.
Baixei recentemente um arquivo que veio no formato BIN/CUE. Pra convertê-lo pra ISO, e consequêntemente montá-lo com um simples "mount arquivo.iso local_da_montagem -o loop", precisei do bchunk.

Pra instalá-lo, basta um:

sudo aptitude install bchunk

Caso dê algum problema de conexão (por aqui deu), baixe diretamente do site do Lenny:

http://packages.debian.org/lenny/bchunk

Opte pela sua versão (i386, por exemplo) e faça o download.
Execute e instale.

A conversão se dá via comando. Basta ir até o diretório do arquivo BIN/CUE e:

bchunk nomedoarquivo.bin nomedoarquivo.cue nomedoarquivo.iso

Simples assim. =)

Referência: UbuntuDicas/Howtodothings

Flisol Santos 2009 (relatos)

sábado, 9 de maio de 2009

No dia 25 de Abril de 2009, ocorreu o Flisol em Santos/SP. \o/


Dessa vez, consegui convencer 2 amigos (Milton e Aldo) a irem conhecer o evento. O Thiago, que havia ido no ano passado, não conseguiu vir a tempo. O Anderson que também tinha confirmado presença, acabou tendo que trabalhar, assim como o Gustavo.
Bem, apesar das ausências, tivemos a presença do Evaldo/Infog, Thiago/Guariní e Paulo/Kretcheu (figuras sempre presentes), além de tantas outras pessoas que conhecemos na hora.
Ah, tivemos também a presença ilustre do Sr. Aloizio. Um senhor super gente fina, que manja muito de Ubuntu (que também tinha vindo ano passado). Dessa vez, ele veio munido de muita informação a passar a algumas dúvidas a tirar.
Houve a tradicional instalação nos notebooks e estações, além de várias cópias do Debian Lenny, Ubuntu Jaunty Jackalope e também do G:Noblin distribuídas.
O Evaldo ministrou um minicurso de Python e o Kretcheu fez sua, sempre excelente, palestra sobre Software Livre.

Com certeza, o Evento contou com presença de mais pessoas, em relação ao ano passado. Foi legal ver o interesse de pessoas de todas as idades, sexo, cor, etc... quanto a linux, softwares ou mesmo a ideologia por trás da coisa toda.
Várias pessoas se animaram quanto ao GCC e ficaram de aparecer nos encontros.

Bom, é isso... parabéns a todos os idealizadores do Flisol, dos realizadores da edição 2009 na Baixada Santista e a todos os que participaram direta ou indiretamente do Evento.

Fiquem com as fotos:






MP3 (normalização)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Pra quem gosta de cuidar dos seus arquivos de música, seguem algumas dicas do Sr. Aloizio:

Tenho procurado por aplicativos para normalização do som dos arquivos Mp3 de músicas para grava-las em CD e os mais indicados e que tenho instalado são: Normalize e o Mp3Gain.
Ocorre que eles são em modo texto, como gosto de tudo em modo gráfico, saí a procura deles, passei horas no Google e encontrei estes dois sítios, um em Português onde é descrito o uso do Mp3Gain e indica um Frontend, o "JavaMP3Gain" e o outro é de um Blog Alemão que disponibiliza um repositório de Pacotes para Ubuntu, nele encontra-se o "pacote .Deb do Gnormalize em modo gráfico", baixei e instalei, ainda não usei, mas o interessante é que em vários Fóruns tem tido muita discussão a respeito destes aplicativos em modo gráfico e as pessoas não encontram.
Vale lembrar que eu não adicionei este repositório, apenas baixei o pacote .Deb, não gosto de mexer na minha Source List, mantenho ela original para um futuro UpGrade sem traumas.
Visite estes sítios.


http://versaopropria.blogspot.com/2008/07/mp3-no-linux-normalizao.html
http://www.step.polymtl.ca/~guardia/javamp3gain.php

http://blog.jbbr.net/
http://blog.jbbr.net/ubuntu-pakete/
http://gnormalize.sourceforge.net/


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Encontrei mais um pacote do Gnormalize.deb, cuja versão é mais recente.
Este repositório é do LinuxMint

http://packages.linuxmint.com/pool/main/g/gnormalize/

http://packages.linuxmint.com/

Caso venha a instalar, está traduzido para 6 idiomas, inclusive para o Português, falta achar um tutorial em Português, eu encontrei uma explicação no fórum do Ubuntu e outras estavam em Inglês, vou mandar um e-mail para o autor e solicitar se possível me encaminhar um tutorial

Aproveito pra recomendar o próprio MP3Gain (creio que seja o mais prático software nesse quesito), em sua versão Linux. Trata-se do EasyMP3Gain. Atualmente, encontra-se na versão 0.4.2beta (mas está bastante estável).

Pra instalar, basta abrir um terminal e digitar:

sudo aptitude install easymp3gain

Ou, diretamente no site: http://sourceforge.net/projects/easymp3gain/ e optar pelo pacote de sua distribuição.

Bom, é isso... obrigado ao Sr. Aloizio pelas dicas e ao pessoal que andou escrevendo ultimamente.

Referência: UbuntuDicas

Skype e resolução de problemas

terça-feira, 5 de maio de 2009

Olá.

Expliquei aqui, como instalar o Skype, mas segue mais um breve resumo:

1º) Ir ao site:

http://www.skype.com/intl/en/download/skype/linux/choose/

E optar pela versão de sua distribuição (vale lembrar que a versão para Ubuntu 7.04-8.04, também serve para a 9.04).

2º) Faça o download do arquivo.

3º) Execute o mesmo (será solicitada a senha do Administrador).

Após isso, o ícone do Skype estará em Applications, Internet.

4º) Tenha em mãos um microfone e um meio de ouvir som (fone de ouvido, caixinhas, micro system, etc).

5º) Crie uma conta para utilização do Skype (segue os mesmos princípios que qualquer mensageiro como MSN e afins).

Você poderá testar ligando para um serviço que está sempre online no Skype. Basicamente, você ouve a mulher falar, diz alguma coisa e se tudo estiver correto, ouvirá o que você falou. Caso apresente algum erro (e essa é a idéia desse post), temos algumas alternativas de resolução:

Verifique nas propriedade de audio, se seu microfone está funcionando (aumente o volume e verifique o retorno).
Verifique também, em Preferências de audio, as configurações atuais (para confrontá-las com as do Skype).

No Skype, vá em Opções (clique no ícone do Skype no canto inferior esquerdo) e em Sound Devices. Aqui está o segredo (caso o teste não tenha ocorrido corretamente). O Skype dessa vez, vem utilizando por padrão o pulse audio, tanto na entrada, quanto na saída de som. Por aqui, bastou eu setar o sound in para minha placa de som (caso apareçam várias opções, vá testando uma a uma) que o teste passou com sucesso e as ligações voltaram a funcionar normalmente. Nessa mesma tela, é possível efetuar alguns testes (inclusive chamar a ligação com a mulher).

Esse post é pra ajudar quem estava tendo algum problema (seja na instalação, seja na configuração final), principalmente para o pessoal que participa (incluindo eu) do PodCast da AWP. É claro que de tabela, pode auxiliar quaisquer outras pessoas que porventura estejam passando por algo do tipo.

De toda forma, caso ocorra algum outro problema ou erros diferentes, escrevam, que tentaremos ajudar no que for possível.

[]s

GCC

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Olá.

Pra quem tiver interesse, existe um grupo chamado GCC (Grupo de Compartilhamento do Conhecimento) aqui em Santos/SP. Como o próprio nome diz, trata-se de um grupo de discussão (e encontros) para trocarmos informações, idéias, dúvidas, etc sobre informática e afins. O foco do grupo é Software Livre, mas respeitamos e estamos de portas (e porque não Janelas :p) abertas a outros mundos. =)

Um encontro oficial é realizado no primeiro sábado de cada mês (nesse em específico, será dia 09), na praça de alimentação do Praiamar Santos.

Interessados, favor entrar em contato para maiores informações.

[]s

2 anos de MPL

quinta-feira, 30 de abril de 2009

É isso mesmo.
Nesse mês de Abril, completamos 2 anos de atividades! \o/

Parece que foi ontem, que o Mega fez esse post.
De lá pra cá, muita coisa aconteceu; fizemos novas amizades, aprendemos bastante, ajudamos, etc, etc... o que não mudou, foi o espírito de compartilhar conhecimento e a vontade de aprender cada vez mais.

Bom, é isso... parabéns pro MPL, pra todos que nos visitam, prestigiam com perguntas, comentários e afins e em especial, a toda comunidade de Software Livre.

[]s


Novos temas para o Ubuntu

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Olá.

Customização é a palavra de ordem no mundo opensource e o lance de temas e deskmod's em geral são um atrativo para qualquer plataforma.

Um tema muito bacana para o Ubuntu que surgiu recentemente, é o Balanzan. Como imagens valem mais que palavras, seguem algumas abaixo:

        
                


Particularmente, achei o wallpaper dele perfeito para o JJ. Poderia facilmente ser o padrão do sistema.

Bem, vamos a forma de instalação do tema:

1º) Num terminal, digite:

sudo apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com 0x1781bd45c4c3275a34bb6aec6e871c4a881574de


2º) Ainda no terminel, digite:

sudo gedit /etc/apt/sources.list


E adicione ao final do arquivo:

##Themes du ZgegBlog: Project Bisigi
deb http://ppa.launchpad.net/bisigi/ppa/ubuntu jaunty main
deb-src http://ppa.launchpad.net/bisigi/ppa/ubuntu jaunty main


3º) Por fim, digite:

sudo aptitude update


E em seguida:


sudo aptitude install balanzan-theme



O tema estará em System, Preferences, Appearance.

No site oficial do Balanzan, existem diversos outros temas tão bonitos quanto.
O sistema de instalação é bem semelhante. Caso queiram dar uma olhada: ZgegBlog

Se precisarem de algum suporte pra instalar outros temas, escrevam. ;-)

[]s

Referência: Ubuntu Dicas & ZgegBlog

Diálogo de confirmação para logout, restart e shutdown

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Saudações...

Sabe essa 'caixinha':










Então, ela é o sistema de confirmação para restart, shutdown, etc, do 9.04. Caso queira voltar ao método direto (como era no 8.10), basta efetuar:

- Clicar com o botão direito no seu nome na barra superior (ou onde ele estiver), selecionar Propriedades e desabilitar a segunda opção (como na imagem abaixo):


















Simples assim. =]

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Quero agradecer a todos que postaram na dica anterior, a respeito do Amarok. Eu cheguei a pensar que era eu quem estava de marcação com a versão 2.0. Ainda bem que não. Quanto aos elogios, não foi nada de mais. Apenas fiz (e fizemos) valer o nosso direito de liberdade (que é a nossa maior riqueza).
Bom, é isso. Logo eu volto com a cobertura do Flisol/Santos.

[]s

Amarok 1.4 no Ubuntu 9.04

sábado, 25 de abril de 2009

Não aguentei... impossível ficar com o Amarok 2. Pra ter ele como um simples player (que nem se comunica com o Lastfm corretamente, prefiro usar o velho XMMS). E não é esse o conceito dele. Ele é um player completo, para bibliotecas, capas, ratings, etc, etc.
O 2 tem visual interessante, graças ao KDE4 e tal, mas em termos de recursos, tem muito o que crescer (e readicionar o que foi bizarramente removido). Só pra terem uma ideia, vejam a lista de recursos que foram tirados:

http://amarok.kde.org/blog/archives/809-Missing-features-in-Amarok-2.html

Enfim...
Vamos ao que interessa. Como remover e instalar o (cabuloso!) Amarok 1.4?
Simples:

1º) Remova o (bizarro!) Amarok 2:

sudo aptitude remove amarok

2º) Edite o sources.list com o comando:

sudo gedit /etc/apt/sources.list

E adicione ao final:

## Amarok 1.4
deb http://ppa.launchpad.net/bogdanb/ppa/ubuntu jaunty main
deb-src http://ppa.launchpad.net/bogdanb/ppa/ubuntu jaunty main

Salve e feche o arquivo.

3º) Execute:

sudo apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com \
0x1d7e9dd033e89ba781e32a24b9f1c432ae74ae63

4º) Atualize com:

sudo aptitude update

5º) Finalmente instale o 1.4 com o comando:

sudo aptitude install amarok14

Feito! Amarok 1.4 de volta, de onde nunca deveria ter saído! \o/

Referência: nomad.ca

Reiniciar X (Ctrl + Alt + Backspace)

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Não me perguntem o porquê, mas o "Ctrl + Alt + Backspace" (comando para reiniciar o sistema gráfico X) no 9.04, vem desabilitado por padrão.

Bem, pra habilitá-lo novamente, proceda:


1º) Num terminal, digite:

sudo gedit /etc/X11/xorg.conf


Você estará editando o xorg, óbvio.


2º) Adicione no final do arquivo:


Section "ServerFlags"

Option "DontZap" "false"

EndSection

3º) Salve e feche o arquivo. Será necessário um reboot (não sei se com log out funciona, não testei).

Após isso, o comando voltará a funcionar novamente. =)


Referência: ubuntuforum